A assinatura do acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia, realizada no sábado (17), é vista pelo governo brasileiro como um marco capaz de abrir caminho para novas parcerias comerciais internacionais. A avaliação é de que o tratado possa gerar um “efeito dominó”, impulsionando negociações semelhantes com outros países e blocos econômicos.
Desde o fim de 2025, o Brasil vem sendo procurado para acelerar tratados comerciais, aproveitando o avanço do acordo com a União Europeia. Nesse contexto, passaram a ganhar força novas frentes de diálogo com países como Canadá, Japão e Coreia do Sul.
Entre as negociações em andamento, o caso considerado mais promissor é o tratado entre o Mercosul e o Canadá. As conversas estão em estágio avançado e, segundo a expectativa do Itamaraty, a assinatura de uma zona de livre-comércio com o governo canadense pode ocorrer ao longo de 2026.
Para o governo brasileiro, a consolidação do acordo Mercosul–União Europeia reforça a credibilidade do bloco sul-americano nas negociações internacionais e amplia as oportunidades de integração comercial com mercados estratégicos.


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